sábado, 10 de setembro de 2011

Rei louco

Eu venho de muitas batalhas, na qual meu inimigo era eu, por ter idealizado um mundo perfeito, onde eu era rei, descobri que era o bobo da corte, não fiquei triste, só me alegrei, a alegria e minha arma, sem ela não sou ninguém.
Pergunto por que da tristeza, diante das dificuldades se a beleza consiste em  sorrir, tenho a resposta em meu rosto para todo desgosto sem a minha testa franzir.
Brinco no jogo da vida com a inocência de quem esta começando a vida, só sei que é uma delicia os amigos que nesse jogo ganhei, experiência não é o anos que passam e sim as coisas que vive e apreende.
Cada batalha, suor e sangue se misturam, numa luta árdua e cansativa, mais nunca á  de esmaecer e desistir perante as derrotas. Apreenda com elas e tire proveito de seus tombos, suas feridas e errando que se apreende!
Um dia as feridas cicatrizam, um dia uma nova batalha aparece, um dia tudo vai parecer perdido, mas um dia vai valer a pena não ter desistido.
No meu reino, eu era  rei e meu cavalo só falava inglês e pela minha lei a tristeza não tinha vez!
Fantasias de um mundo belo só os loucos tem, mais que mal consiste um sonho, fantasia e realidade se mistura, o tempo não ajuda e o reino é deposto por uma democracia que não da espaço ao autoritarismo de um rei babaca e da espaço a uma democracia onde seus súditos escolhem outros palhaços para lhe suceder.
Enfim sonhos, fantasias e realidades, tudo é ingrediente do destino que nos aguarda, esteja sonhando com uma realidade melhor e não fantasiando sobre súditos que não o louvem e clamam por democracia. 

Um comentário:

  1. É seu cirinei se continuar assimseu blogue muda de nome logo-logo. Reflexões poéticas

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Beato João Paulo II

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