À noite caí e o dia vem estou sozinho sem ninguém, quero amar, mas tenho medo de entregar-me. De corpo, alma e coração porque o fogo da paixão já me machucou por dentro.
Tenho medo de entregar meu coração numa bandeja, para alguém que tenha um banquete em sua mesa. Muitos foram às vezes que fomos tratados como opção, sabendo que éramos o prato principal e o mais suculento.
Às vezes fico sem direção, feito uns marinheiros que naufragam no meio do oceano, ouvindo somente a minha respiração, na solidão do mar que quase infinito.
Guiado pela a luz do sol, sigo ao leste quem sabe com sorte encontro uma ilha ou continente, para descansar o corpo dormente, de tanto nadar contra a maré e as ondas que insistiram em tirar da minha rota e fazer perder o meu rumo.
A deriva em alto mar sofrendo de insolação e falta de alimentos sinto sede cercado pela imensidão de águas salinas e não potável, a necessidade faz qualquer um procurar saciar se primeiro para depois raciocinar. Bebem água da chuva, larvas, largatas, plantas e raízes para manter vivo o maior tempo possível.
Somente o teu abraço ao me reencontrar, pode tirar da solidão da minha vida, somente os teus beijos podem saciar- me o desejo e salvar- me da aniquilação.
De corpo , alma e mais coração, não tenham medo da solidão, pois ela pode ser uma boa companheira, reflita mais em sua vida ou caso preferi esqueça ela cuidando da vida de outro e o tornando infeliz inconscientemente.




Tá poético em criança
ResponderExcluirÉ tenho vários estilos de escrever, foi uma fã minha que pediu para que escreve se assim mais poético.
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