quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Teatro da Vida

Quando morrer, quero festa! Minha vida vai ser construida em cima de muita perserverança e alegria, não quero choro e nem vela, pode chamar os trutas da favela, podem servir cerveja e tira gosto, tudo por minha conta, pois quando morrer dinheiro não vai servi me para nada.
O meu jeito de ser, incomoda muita gente, sou irônico, sacarstico, bem humorado, Bruto e tenho sentimentos intensos, quando amo, amo de verdade e quando odéio , odéio de verdade. Incomodo por que os meus defeitos são as minhas principais qualidades e isso torna me, diferente dos demais.
Tenho talento, tudo que faço com vontade vira show, quando se possui talento incomoda os lentos.
Tudo na vida muda eu mudei, nunca imaginei que tornaria um filósofo, refletindo tudo que acontece na minha vida.
Sexta, sabádo e Domingo estarei repensando na vida, pois, as coisas mudam eu estarei á pensar na minha vida e vou ver tudo de bom e ruim acontecer, eu tenho luz, tanta luz que as pessoas ameaçadas tentaram ofusca la com seus egos, tenho talento e idéias que ficaram sem utilizar porque não vão me daram espaço para utilizar meu dom.
A vida muitas vezes temos que fingir e num teatro perdemos a timidez e a desinibição faz que podemos atuar no palco da vida de forma estupenda e receber aplauso até de pessoas que queriam jogar tomates e triunfaremos com perseverança e fé.

Um comentário:

  1. Não vou escrever outra crônica, por que as minhas previsões não estavam tão erradas,foi uma experiência interessante =, tudo muda, até o estilo do retiro mudou, e foi para melhor.

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Beato João Paulo II

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