sexta-feira, 23 de julho de 2010

O Amor

O amor é uma flor, que nasceu no meu jardim!
Que de tão belo e tão bonito, guardei só para mim, em momentos que era para sorrir eu viverei bem do jeito que sou. Portanto tenho muito amor para oferecer , só vou oferecer pra quem dar valor, pois tem momentos que o fim, é inicio para um novo amor.
A passionalidade muitas vezes é confundida como amor, mais é um ato de possessividade de quem nunca realmente amou, muitas vezes sua raiva e orgulho, só serve para ferir a carne e a alma de quem um dia jurou que amou. Só o verdadeiro amor é capaz de entender, por que a outra pessoa não te amou.
Quem ama oferece liberdade, e não prende em gaiola, feito um passarinho quem tem asas pra voar e não pode voar, preso na gaiola, tem o canto triste de um prisioneiro, que canta pra distrair e passar o tempo.
O ciúme é prova de amor de alguém que tem medo de perder, mas sempre a outra saída, para manter a chama do amor, é nunca esquecer de conquistar todos os dias o seu grande amor.
Um dia caminhando pela rua, fiquei observando, um cachorro que fugiu de sua casa, repleto de alegria, fazia zigue e zague no meio dos carros até que um Corsa o atropelou, fiquei triste mais era apenas um cachorro, que o dono possessivo na garagem em gaiolou e em seu momento de liberdade se livrou das correntes e o destino o levou.
Assim enxergo o ciúme possessivo, como ácido corrosivo, que fere a alma e restringi a liberdade.
Já tive uma namorada ciumenta, que muito me maltratou, mas eu amava de verdade, e aguentava suas crueldades, fiel até um ponto que não deu mais, que de tanto sufocado, escapei de sua corrente e fazia zigue e zague no meios das baladas e veio outras minas e me levou...

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